Petróleo no Pará é Realidade!!!
Ibama avança uma etapa no processo para exploração de petróleo na Bacia da Foz do Amazonas!!!
Próxima etapa será a realização de vistorias e simulações práticas para testar a capacidade de resposta em caso de acidentes com derramamento de óleo.
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) aprovou, nesta segunda-feira (19), o chamado "conceito do Plano de Proteção e Atendimento à Fauna Oleada (PPAF)", apresentado pela Petrobras. A aprovação é considerada um passo importante no processo de licenciamento ambiental para a exploração de petróleo na Bacia da Foz do Amazonas.
A decisão significa que o PPAF, em seus aspectos teóricos e metodológicos, atendeu aos requisitos técnicos exigidos.
A próxima etapa será a realização de vistorias e simulações práticas para testar a capacidade de resposta em caso de acidentes com derramamento de óleo.
O governo federal está decidido a avançar com a exploração de petróleo na Bacia da Foz do Amazonas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva já defendeu pessoalmente a empreitada.
De outras vezes que a Petrobras pediu o licenciamento, o Ibama negou, alegando que os projetos da empresa não atendiam às necessidades de proteção ambiental.
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| Foto; Valor Econômico |
Próximos Passos
A aprovação do conceito foi baseada nas análises de pareceres técnicos, que avaliaram a última versão do plano submetido pela Petrobras.
No entanto, o Ibama destaca que a aprovação conceitual do PPAF não equivale à concessão de licença para perfuração exploratória. A continuidade do processo depende da verificação da viabilidade operacional do plano em campo.
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| Infográfico mostra o local em que a Petrobras quer explorar petróleo na bacia da Foz do Amazonas — Foto: Arte/g1 |
Para garantir a efetividade do Plano de Emergência Individual (PEI), o Ibama e a Petrobras definirão um cronograma para a Avaliação Pré-Operacional (APO), que incluirá vistorias e simulações práticas de resgate de animais impactados por possíveis vazamentos de óleo.
Por Pedro Henrique Gomes, g1 — Brasília


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